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| Editora Impsat,1999. Dica de Leitura |
Eu sou Guia de Turismo, escritora, professora de teatro e terapeuta. Por aqui você vai encontrar alguns relatos de viagens, fotos de lugares incríveis e possíveis de visitar, dicas de livros, vídeos e música para viajar em paz. Neusa Rocha Porto Alegre, RS-Brasil. Contato: guianeusarocha@gmail,com
terça-feira, 7 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
As Montanhas de Buda
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| Imagem: www.viajero-turismo.com |
Reflexão:
Após fugirem da prisão, as amigas decidem se juntar a um grupo de refugiados que pretende atravessar as montanhas do Himalaia durante a noite. O objetivo é deixar a opressão em que vivem para encontrarem a liberdade e seu líder espiritual, o dalai-lama, na Índia. Para tornarem realidade o sonho de uma vida melhor,as jovens terão que sobreviver ao cansaço, ao frio, a fome e as implacáveis patrulhas chinesas."
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/05/30/em-quotas-montanhas-de-budaquot-autor-revela-a-opressao-chinesa-no-tibete.jhtm
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/05/30/em-quotas-montanhas-de-budaquot-autor-revela-a-opressao-chinesa-no-tibete.jhtm
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Os Sapatinhos Vermelhos
Os Sapatinhos Vermelhos de Paula Mastroberti, baseado em conto de H. C. Andersen, com belíssimas ilustrações da autora.
Dica de Livro Infantil
A história conta sobre uma menina chamada Caren, que era maltrapilha e morava na rua, na praça. Uma certa dama lhe trouxe para viver na sua mansão. Um dia ela entrou na casa do sapateiro louco que lhe deu uns sapatinhos vermelhos que tinham o estranho poder de dançar.
O sapateiro falou para não usar muito , não dançar muito, e a menina não o obedecia , o sapateiro louco resolveu pegar os seus sapatos de volta.
No baile O sapateiro estava lá a espera da menina para lhe tomar o sapato , quando a menina estava nos braços dele, a Madrinha a viu a faca nas mãos dele e... Confira!
Os Sapatinhos Vermelhos
Paula Mastroberti
Rainha dos Elementos - Parte II
Imagem: UOl Cultura
Conto de Férias - Em viagem tudo é possível, inclusive encontrar a própria mãe da águas: Iemanjá.
Era quase inacreditável, uma experiência destas em pleno meio-dia, em uma praia cheia de gente! - pensava Lisa, quase incrédula.
Alguns curiosos se aproximaram comentando o fenômeno. Eles viram a neblina se mover estranhamente até a praia e depois voltar para o alto mar, mas não viram nada além disso.
Silenciosamente, Lisa caminhou devagar para perto de Marina, tirou a roupa molhada, ficou só de biquíni e sentou na cadeira olhando sem ver as ondas cintilantes que se desfaziam suaves na areia, até que a voz da amiga quebrou o seu encantamento.
- Que coisa estranha essa névoa. Veio e foi tão rápido. E por falar nisso, estás com uma cara muito estranha. Que foi que te deu? - perguntou Marina séria.
- Você vai rir e não vai acreditar em mim. Acho melhor eu não falar nada, eu te conheço muito bem. Vai debochar de mim... pra valer!
- Vai! Conta! - insistiu a outra mais que curiosa.
- Se você rir vai ver! Bem, eu trouxe um livro sobre o mundo encantado das fadas, do Ted Andrews, que ensina como entrar em contato com os reis e rainhas dos elementos. Obviamente andei praticando... e não é que...acabei de ver a própria Iemanjá! - disse sem fôlego.
- Sério? Mas é uma bruxa mesmo! - disse caindo na gargalhada.
Ela riu tanto que começou a segurar a barriga, fazendo Lisa perder a seriedade e rir também. Depois de recuperada de tanto rir, Marina falou:
- Você... Não espera... Que eu acredite... Que você viu Iemanjá, naquela neblina? Tá maluca, os centros de religião vão te processar, viu! É melhor pensar bem antes de contar isso pra alguém! Ai, ai... Que engraçado!
- Não pode ser normal, você deve ainda estar sob o efeito da bebida de ontem pra rir desse jeito- disse dando um tapinha de leve nas costas da outra- eu sabia que você ia morrer de rir de algo tão sério assim.
- Por favor, não consigo parar de rir! - exclamou. Deve ser efeito do teu encontro. Mexeu com as minhas emoções... Aii!
- Ah, então você acredita! - replicou Lisa.
- Claro, no fundo, bem no fundo eu acredito. - disse, piscando o olho.
- Afinal, já dizia o poeta nos lembrando da nossa vã filosofia e parco conhecimento das leis do universo, que tudo é possível entre o céu e a terra e até mesmo tal encontro.
- Que profundo. Até parece gente falando.
- Engraçadinha. Vamos almoçar que essa história toda abriu o meu apetite... Vamos bruxa! Vai! Me ajuda com estas coisas aqui... sua bruxa maluca! - cutucou Lisa apontando as cadeiras de praia, a toalha, o protetor solar, revistas e mais tantas quinquilharias que ninguém pode acreditar que alguém pense em carregar tudo isso até a praia.
- Sabe o que a minha madrinha diz? - disse Lisa sacudindo a areia dos chinelos.
- O quê?- inquiriu Marina.
- Que quem é nunca quer ser sozinho. - A outra olhou sem entender e Lisa falou sorrindo.
- Não entendeu? Quer que eu explique... B-r-u-x-a... Bruxa!
Imediatamente as duas caíram na risada. Marina tinha um ácido bom humor e sabia rir de si própria. Pena que só se encontravam nas férias. Coisas do Universo, pensou com um sorriso largo no rosto.
Depois do almoço, Lisa foi para o seu apartamento trocar o biquíni úmido. Imediatamente ao chegar lavou o biquíni, o short e a blusa colocando tudo no varal da sacada onde estava hospedada. Ela olhou para o mar e os morros distantes, a aldeia de pescadores à direita, o costão à esquerda e, pensativa, acompanhou o voo de uma solitária gaivota. Lembrou-se do encontro com a Rainha das águas e o encontro parecia tão claro em sua memória: a neblina, o canto, a luz pulsando, a silhueta, a visão suave da própria deusa das águas! Só não conseguia se lembrar do que haviam conversado. Era algo sobre renascimento dos sonhos, talvez, não lembrava direito, só o encontro já era um grande presente, sorriu e disse alto:
- Quem tiver olhos de ver que veja! Só sei que eu estou muito feliz e toda vez que viajo de férias para esta praia em Santa Catarina algo extraordinário acontece, muito interessante. Deve ter um portal dimensional por aqui.
Autora: Neusa Rocha
sábado, 10 de novembro de 2012
A Rainha dos Elementos
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| Imagem: nrocha |
Iemanjá! - Parte
I
Só faltava uma semana para o início do Carnaval
e estava tudo relativamente calmo por ali. Os amigos que haviam alugado o
apartamento junto ao seu, pela manhã, foram para o lado norte da ilha de Florianópolis e eles iriam
voltar apenas no dia anterior ao da folia, daqui a três dias.
- Oi, Lisa... - ouviu alguém chamando,
procurou e viu Marina, irmã do Milton, um amigo de longa data que morava e era
dono de um bar naquela praia. - Oi! - respondeu ao aceno e foi até ela.
- Então, bruxa! Por onde tem andado? Não aparece mais! Perdeste um festão ontem. Eu pra variar tomei todas!- disse soltando o riso- Pega uma cadeira pra você, amiga!
- Nossa, tive que descansar do passeio que fiz
ontem. Mas, que bom que vocês se divertiram!
- Olha o que eu estou lendo - mostrou a
capa do livro e leu em voz alta: A Sacerdotisa - mistérios, cantos e ritos do
Antigo Egito.
- O Egito deve estar na moda pra você
estar lendo um livro tão grosso, disse brincando e pegando o livro, abrindo na
página que estava marcada, leu:
- ...
Ísis, graças ao seu poder de feiticeira, tem acesso ao primeiro escalão do
panteão dos deuses egípcios, inclusive o próprio deus Rá ou Ré (sol) é dominado
por ela. O seu templo em Dendera tem uma inscrição que diz que ela nasceu sob a
forma de uma mulher negra e vermelha. A própria rainha Cleópatra se identifica
com Ísis e passa a se chamar Nea Ísis...
Ela parou de ler e devolveu o livro para Marina que fez uma careta e sorriu nervosa.
Ela parou de ler e devolveu o livro para Marina que fez uma careta e sorriu nervosa.
- Interessante
como as deusas e o poder feminino estão em alta. Não acha bruxa?- disse
provocativa.
- É um problema
toda essa propaganda!- disse Lisa galhofeira olhando distraída para o mar,
nisso ela observou que uma neblina estava se formado do nada e deslizava rente
a superfície do mar em direção à praia.
- Olha, que
impressionante com um sol destes... e uma neblina está formando-se lá no meio
do mar!
- Deve ser chuva!
- replicou Marina e sem prestar muita atenção começou a folhear o livro.
Algumas nuvens
ralas taparam o sol e a névoa foi se aproximando mais e mais. Neste momento, Lisa
ouviu nitidamente um canto, olhou para dentro da névoa e viu uma luz pulsando
ao longe. Não teve dúvida pulou da cadeira e foi até a beira do mar em direção
à névoa. Através do seu terceiro olho ela pode ver a silhueta de uma mulher...
Lisa foi entrando no mar e quando deu por si já estava com água até a cintura.
Olhou para baixo e de tão transparente que era a água viu os pés e percebeu que
o seu short branco estava ficando todo encharcado e quando voltou o olhar para
frente levou um choque.
Agora via,
perfeitamente, com os olhos físicos! Era uma visão esplêndida! A própria
Iemanjá, tão linda! Deleitou-se com a visão encantadora e fixou o olhar nos
longos cabelos negros enfeitados de estrelas iridescentes que lhe caía solto pelos
ombros. A Deusa das Águas estava vestida de ondas etéreas inexplicáveis e de um manto azul
turquesa bordado de conchas, pérolas, flores e fios de prata feitos de pura luz
que só adivinhava devido a magnificência mágica a sua frente.
As ondas batiam suavemente em seu dorso, Lisa cerrou
os olhos e a visão era mais clara ainda em sua mente. Após um breve segundo de
êxtase, a névoa começou a recuar lentamente e quando chegou ao meio da linha do
horizonte, lá no mar azul se desfez completamente.
Ainda sob o efeito do encontro Lisa mergulhou diversas vezes na água cristalina. Estava inexplicavelmente feliz. Era o sinal que ela vinha buscando há dias. - pensou radiante.
Ainda sob o efeito do encontro Lisa mergulhou diversas vezes na água cristalina. Estava inexplicavelmente feliz. Era o sinal que ela vinha buscando há dias. - pensou radiante.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Ah, Os Prazeres da Mesa...
POLENTA GRELHADA MEDITERRÂNEA
Receita da chef Flavia Quaresma
Serve: 50 canapés
INGREDIENTES
160 g de fubá
900 ml de caldo de legumes
sal e pimenta-do-reino a gosto
60 ml de azeite
10 fatias de presunto de Parma crocante
50 lâminas de berinjela grelhada
50 tomatinhos cereja assados
50 folhinhas de manjericão
PREPARO
Coloque a água em uma panela, leve ao fogo e deixe ferver. Diminua o fogo e adicione, pouco a pouco, o fubá. Mexa energicamente com um batedor (fouet). A polenta irá borbulhar como um vulcão. Cozinhe por aproximadamente 25 minutos, mexendo para não deixar criar casca na parte de cima. A polenta estará cozida quando desgrudar facilmente da panela e estiver espessa. Tempere com sal e pimenta.
Espalhe essa mistura numa placa com altura de 1 cm e deixar esfriar. Porcione a polenta em círculos, com o auxílio de um cortador, e grelhe com azeite.
Monte o canapé, colando sobre a polenta grelhada a lâmina de berinjela grelhada, o tomatinho assado, um pedacinho de presunto crocante e, por último, a folhinha de manjericão.
Receita da chef Flavia Quaresma
Serve: 50 canapés
INGREDIENTES
160 g de fubá
900 ml de caldo de legumes
sal e pimenta-do-reino a gosto
60 ml de azeite
10 fatias de presunto de Parma crocante
50 lâminas de berinjela grelhada
50 tomatinhos cereja assados
50 folhinhas de manjericão
PREPARO
Coloque a água em uma panela, leve ao fogo e deixe ferver. Diminua o fogo e adicione, pouco a pouco, o fubá. Mexa energicamente com um batedor (fouet). A polenta irá borbulhar como um vulcão. Cozinhe por aproximadamente 25 minutos, mexendo para não deixar criar casca na parte de cima. A polenta estará cozida quando desgrudar facilmente da panela e estiver espessa. Tempere com sal e pimenta.
Espalhe essa mistura numa placa com altura de 1 cm e deixar esfriar. Porcione a polenta em círculos, com o auxílio de um cortador, e grelhe com azeite.
Monte o canapé, colando sobre a polenta grelhada a lâmina de berinjela grelhada, o tomatinho assado, um pedacinho de presunto crocante e, por último, a folhinha de manjericão.
Descubra mais receitas e segredos no generoso livro:
sábado, 25 de agosto de 2012
Sai Baba: Encarnação do Amor
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| http://luzamorosarenascimento.blogspot.com.br/search/label/Sai%20Baba |
Reflexão:
(Sathya Sai Baba) http://www.sathyasai.org.br/
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| http://renovacaodeshiva.wordpress.com/2011/06/22/sathya-sai-baba/ |
Recebeu o nome Sathya Narayana Raju, e desde os nove anos já manifestava habilidades para dançar, cantar e compor canções e poemas.
Era vegetariano por convicção e demonstrava muito amor pelos animais.
O Eterno Bhagavan Sri Sathya Sai Baba decidiu deixar Seu corpo físico no dia 24 de Abril de 2011, às 07:40 da manhã, em Puttaparthi, sudeste da Índia.
domingo, 1 de julho de 2012
"ba dum...ba dum...ba dum...ba dum..."
Você conhece a Pantera Cor de Rosa?
O
desenho animado sem diálogo nenhum foi criado como uma vinheta de abertura do
primeiro filme, em 1964, de Blake Edwards.A seqüência animada de três minutos
teve acompanhamento musical de Henri Mancini, e segundo consta, tornou-se mais
popular que o filme, pelo que Freleng e DePatie foram contratados para criar
uma série de desenhos animados que consegue cativar a todos.
Não posso negar que já tive paixões exasperadas pela pantera de cor rosa de rabo longo e caminhar relaxado. Já passei da alegria ao tédio, e depois pela indiferença até mesmo chegar ao ódio por essa pantera que não fala nada nunca! E, agora pensando nela tenho de reconhecer que há no meu coração uma certa preferência (secreta!) pela felina. Ou seria felino?
Na década de 70 o desenho, a música- tema, a
felina rosa e o inspetor baixinho já
tinham se transformado em um fenômeno cultural de massa. Um desenho de cenário
e traço simples mais com cenas muito engraçadas e teatrais foi o gancho para o
sucesso que levou à Academia de Cinema de Hollywood dar um Oscar pelo conjunto
da obra.
Memorial:
1964- O primeiro curta metragem
da Pantera Cor de Rosa.
1968 to 73 - NBC transmite 140
representações teatrais curtas da Pantera Cor de Rosa nas manhãs de sábado.
1973- ABC oferece novas séries
estreiando 36 curtas inéditos da Pantera.
1975- "O retorno da
Pantera Cor de Rosa" é realizado. Recebe 4 estrelas dos críticos do mundo
todo.
1976- A Pantera Cor de Rosa
recebe elogios novamente quando aplaudida por críticos.
1978- "A vingança da
Pantera Cor de Rosa" é realizado. Críticos dizem que o filme é
indiscutivelmente a melhor série da TV.
1981- Friz Freleng é eleito
pelo American Film Institute e pelo British Film Institute pelo seu tipo de
trabalho.
1982- "A pista da Pantera
Cor de Rosa" é realizado. São combinadas cenas do antigo Peter Sellers com
os novos David Niven e Herbert Lom.
1982- MGM/UA televisão coloca
176 desenhos curtos da Pantera Cor de Rosa na sindicância cobrindo virtualmente
todos os mercados nos EUA.
1983- "A maldição da
Pantera Cor de Rosa" é realizado. Estrelando Ted Wass da TV SOAP. Críticos
acharam o filme encantador, memorável e hilário.
1993- "O filho da Pantera
Cor de Rosa" é realizado. Estrelando Roberto Benigni e Herbert Lom.
1993- A estréia da nova Pantera
Cor de Rosa. 60 episódios atualmente no ar em 56 países.
2004- A Pantera ganha um novo
visual e muitas homenagens pelo aniversário de 40 anos.
2012- A Pantera recebe a nossa homenagem..."ba dum...ba dum...ba dum...ba dum...""ba dum...ba dum...ba dum...ba dum...""ba dum...ba dum...ba dum...ba dum...""ba dum...ba dum...ba dum...ba dum..."
terça-feira, 5 de junho de 2012
Cal Jung, Ao Encontro da Sombra!
Mandala de Jung. Fonte: http://jungcurrents.com/people/eliade/
Carl Jung, psiquiatra suíço, estudou por muito tempo os arquétipos que, segundo ele, são modelos de comportamentos ou personalidades.
Jung sugeriu que a psique era composto de três componentes: o ego, o inconsciente pessoal eo inconsciente coletivo.
Segundo Jung, o ego representa a mente consciente, enquanto o inconsciente pessoal contém memórias, incluindo aqueles que foram suprimidas ou reprimidas. Por outro lado, o inconsciente coletivo é um componente único que contém todo o conhecimento e experiências que compartilhamos enquanto humanidade.
No inconsciente coletivo existem esses arquétipos que são modelos inatos, universais e hereditários. o número de arquétipos existentes não é estático ou fixo e considera-se os quatro principais arquétipos, como: o auto, a sombra, a anima/animus e a persona.
A anima / animus representa o "eu verdadeiro" e serve como a principal fonte de comunicação com o inconsciente coletivo.
A persona é a forma como nos apresentamos ao mundo. De acordo com Jung, a persona pode aparecer em sonhos e tomar uma série de formas diferentes.
A sombra é um arquétipo que existe como parte da mente inconsciente e é composto de idéias reprimidas, fraquezas, desejos, instintos e deficiências.
Este arquétipo pode aparecer em sonhos ou visões e pode aparecer como uma serpente, um monstro, um demônio, um dragão ou alguma outra figura escura, exótica ou silvestre.
Dica de Leitura:
Ao Encontro da Sombra
Jeremiah Abrams Orgs.
Cultrix, 2004. 360 pags.;
O Potencial Oculto do lado Escuro da Natureza Humana.
A obra é uma coletânea de 65 artigos que oferecem um panorama amplo do lado sombrio da natureza humana. Os artigos apresentam como a sombra se manifesta na vida pessoal, familiar, afetiva e nas relações de trabalho, políticas, religiosas, sexuais e amorosas. Também, apresenta exercícios que nos possibilitam transformar as emoções negativas.
domingo, 20 de maio de 2012
História do Medo no Ocidente, de Jean Delumeau
Jean Delumeau é professor Emérito do Collège de France e um importante e reconhecido historiador da atualidade. Destaca-se o estudo das atividades da Igreja Católica como principal tema a marcar a sua obra.
Em História do Medo no Ocidente ( 1300- 1800), editado pela Companhia das Letras, Delumeau desenvolveu um estudo aprofundado revelando-nos os pesadelos mais íntimos da civilização ocidental do século XIV ao XVIII - o mar, os mortos, as trevas, a peste, a fome, a bruxaria, o Apocalipse, o judeu, a mulher, os muçulmanos. Conforme, Delumeau a civilização só cresceu quando superou os seus medos:
"O medo faz parte da condição humana. Todos os medos levam ao medo da morte. E estamos todos submetidos à morte. Mas os medos mudam no tempo e no espaço em função dos perigos que se apresentam à Humanidade."
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| Volaverunt, de Goya. |
Litografias presente na obra : " Os Caprichos", de Goya.
Ver imagens da obra de Jean Delumeau em Web Gallery of Art: http://www.wga.hu/
Confira esta historiografia do Medo no Ocidente completa e surpreendente!
Confira esta historiografia do Medo no Ocidente completa e surpreendente!
Dica de Leitura:
Companhia das Letras, 1989.
Livro em Estado de Novo.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Mitologia Celta
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| Morrighan: Deusa Celta do Amor e da Guerra, desenho de Juliano Oliveira. Fonte: http://juliano-outromundo.blogspot.com.br/2007/06/morrighan-deusa-da-morte_30.html |
O Livro da Mitologia Celta - Vivenciando os Deuses e Deusas Ancestrais
Com a palavra, o autor... Escrever “O Livro da Mitologia Celta” foi ao mesmotempo um fardo e um prazer – um fardo pela exaustiva pesquisa a que me dispus e um prazer pela fluidez com que o texto final jorrou de minha pena (ou melhor, de meu teclado...).
Minhas viagens à Irlanda e à Grã-Bretanha, os locais que visitei, as pessoas queconheci e os ensinamentos que recebi formam a essência desse trabalho, complementado pela leitura e estudo de textos importantes de alguns dos mais renomados celtistas – alguns dos quais tive o prazer de conhecer pessoalmente e ter como instrutores. Um deles, o renomado inglês John Matthews, não só me inspirou e orientou como também me brindou com um precioso prefácio ao livro.
“O Livro da Mitologia Celta” é dividido em duas partes: na primeira, uma introdução histórica ao universo celta: origens históricas, desenvolvimento cultural, principais fontes mitológicas; na segunda, treze capítulos explorando os mitos e lendas de alguns dos mais importantes deuses e deusas celtas – Morríghan, Arthur, Cerridwen, Lugh e outros – numa mescla de informação e reflexão.
Afinal, os mitos são as biografias dos deuses, e os deuses vivem através de nossas vidas.
Leia Mais em: http://www.claudiocrow.com.br/livroscursos1.htm
Afinal, os mitos são as biografias dos deuses, e os deuses vivem através de nossas vidas.
Leia Mais em: http://www.claudiocrow.com.br/livroscursos1.htm
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Sincronicidade e as Artes Divinatórias
| Tarot: "O Mundo": - Imagem: nrocha |
A Nova Era tem trabalhado muito com a idéia de sincronicidade, um conceito desenvolvido por Carl Gustav Jung para definir acontecimentos que se relacionam não por causalidade e sim por relação de uma "coincidência significativa".
A conexão da Ciência Quântica com conceitos como a não-localidade e a causalidade, levou-a a ligar-se de uma forma mais profunda com vários conceitos filosóficos, psicológicos e espirituais.
Segundo, Jung há quatro funções psicológicas fundamentais, que são: pensamento, sentimento, sensação e intuição.
Estas funções colaboram entre si para encontrarmos a sincronicidade em nossa vida e consequentemente nos possibilita a escolha do melhor caminho a seguir naquele momento.
As artes divinatórias tem a capacidade de funcionar como um catalizador e um revelador desta capacidade de sincronicidade que temos naturalmente.
Então, através das cartas do Tarot, juntamente com o conhecimento daCabala, da Astrologia, da Geomância ou do I Ching, poderemos ampliar a nossa percepção do mundo cotidiano e do mundo extraordinário que nos cerca, abrindo portais para que a psique se manifeste e nos guie pelos caminhos iniciáticos internos e externos, além do Espaço -Tempo.
Leia Mais em: http://luzamorosarenascimento.blogspot.com.br/search/label/Tarot%20e%20Sincronicidade
Dica de Leitura:
Histórias Sagradas
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